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Justiça para Luana Carneiro de Melo - Mulheres na Comunicação

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Justiça para Luana Carneiro de Melo

Em março de 2018, Luana Carneiro de Melo, goiana da cidade de Jataí – GO, foi encontrada sem vida em seu apartamento em Buenos Aires, na Argentina.

Inicialmente a polícia argentina apontava que a morte se deu por causas naturais. Contudo, durante as investigações, conforme consta no inquérito policial, uma perita levantou a suspeita de assassinato, por conta da presença de marcas de asfixia no corpo da jovem. Essa suspeita ganhou força, pois o celular de Luana, bem como outros objetos pessoais, como o computador de trabalho e uma quantia em dinheiro não foram encaminhadas para a família durante o translado do corpo para o enterro aqui no Brasil. Outro evento que reforça essa hipótese diz respeito ao fato do celular de Luana ter sido encontrado com Amadeus Uruchi Condori, irmão de Iver Uruchi Condori,

um homem que tinha um negócio de venda de uniformes no andar acima do apartamento de Luana e que também prestava serviços para a dona do imóvel, tendo portanto acesso as chaves de todos os apartamentos, inclusive o da brasileira. Amadeus e Iver foram convocados a prestar depoimento, todavia invocaram o direito de se manterem calados durante a oitiva. Ambos respondem por furto e interceptação de objeto furtado.
A família de Luana há mais de três anos busca por respostas e pede para que a polícia argentina dê andamento as investigações.

A Argentina, assim como o Brasil, incorporaram em seus códigos penais o feminicídio como qualificadora e agravante do delito de homicídio. Infelizmente vivemos uma pandemia no que diz respeito à violência contra as mulheres. O feminicídio não é um fato isolado em nossas vidas e não é cometido somente por parceiros íntimos. Trata-se de um crime motivado por razão de gênero, cuja brutalidade demonstra como o agressor objetifica e desumaniza a mulher.

Erradicar o feminicídio é urgente em todo o mundo e esse compromisso deve ser de todes.
Conclamamos a presença do embaixador do Brasil na Argentina, Sérgio França Danese, para acompanhar o caso e as autoridades policiais e do judiciário argentino a apurarem com o rigor da lei e darem o devido desfecho ao caso de Luana.

Contamos com o apoio de todes, em especial das mulheres e feministas brasileiras e também de nossas irmãs argentinas!

#JustiçaparaLuanaCarneiroDeMelo

 

traducción en español

En marzo de 2018, Luana Carneiro de Melo, de Goiás de la ciudad de Jataí – GO, fue encontrada sin vida en su departamento de Buenos Aires, Argentina.

Inicialmente, la policía argentina señaló que la muerte se debió a causas naturales. Sin embargo, durante las investigaciones, según consta en la indagatoria policial, un perito levantó la sospecha de asesinato, debido a la presencia de marcas de asfixia en el cuerpo de la niña. Esta sospecha cobró fuerza, ya que el teléfono celular de Luana, así como otros artículos personales, como su computadora de trabajo y una suma de dinero, no fueron enviados a la familia durante el traslado del cuerpo para el entierro aquí en Brasil. Otro hecho que refuerza esta hipótesis se refiere al hecho de que se encontró el teléfono celular de Luana con Amadeus Uruchi Condori, hermano de Iver Uruchi Condori, un hombre que tenía un negocio de venta de uniformes en el piso de arriba del departamento de Luana y que también brindaba servicios al dueño del propiedad, teniendo así acceso a las llaves de todos los apartamentos, incluido el brasileño.

Amadeus e Iver fueron llamados a declarar, pero invocaron el derecho a guardar silencio durante la audiencia. Ambos responden por robo e interceptación de objetos robados.

La familia de Luana ha estado buscando respuestas durante más de tres años y ha pedido a la policía argentina que continúe con sus investigaciones.

Argentina, al igual que Brasil, incorporaron en sus códigos penales el femicidio como calificativo y agravante del delito de homicidio. Desafortunadamente, estamos viviendo una pandemia con respecto a la violencia contra la mujer. El feminicidio no es un hecho aislado en nuestras vidas y no lo cometen solo las parejas íntimas. Es un delito de género, cuya brutalidad demuestra cómo el agresor objetiva y deshumaniza a la mujer.

Erradicar el feminicidio es urgente en todo el mundo y este compromiso debe ser compartido por todos.
Hacemos un llamado a la presencia del embajador de Brasil en Argentina, Sérgio França Danese, para monitorear el caso ya las autoridades policiales y judiciales argentinas para investigar con el rigor de la ley y dar la debida conclusión al caso de Luana.

¡Contamos con el apoyo de todos, especialmente de las mujeres y feministas brasileñas y también de nuestras hermanas argentinas!

#JusticiaparaLuanaCarneiroDeMelo

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